
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Presépio voador

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Hora do Almoço
diante da mesa,
no fundo do prato,
comida e tristeza.
A gente se olha,
se toca e se cala
E se desentende
no instante em que fala.
Cada um guarda mais o seu segredo,
sua mão fechada
sua boca aberta
seu peito deserto,
sua mão parada,
lacrada,
selada,
molhada de medo.
Pai na cabeceira: É hora do almoço.
Minha mãe me chama: É hora do almoço.
Minha irmã mais nova, negra cabeleira...
Minha avó me chama: É hora do almoço.
... E eu inda sou bem moço
pra tanta tristeza.
Deixemos de coisas,
cuidemos da vida,
senão chega a morte
ou coisa parecida,
e nos arrasta moço
sem ter visto a vida
ou coisa parecida aparecida
(Belchior)
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Meu tempo é quando
De manhã escureço, de dia tardo, de tarde anoiteço, de noite ardo.
A oeste a morte, contra quem vivo, do sul cativo, o este é meu norte.
Outros que contem, passo por passo:
Eu morro ontem, nasço amanhã, ando onde há espaço
Meu tempo é quando.
(Vinicius de Moraes)
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Sueños
Cuando la noche se acerca
hay algo en mi alma que vuelve a vibrar
con la luz de las estrellas
en mis sentimientos te vuelvo a encontrar
Quiero que me mires a los ojos
y que no preguntes nada más
quiero que esta noche sueltes
toda esa alegría que ya no puedes guardar.
Paso las horas fumando
oyendo en el viento la misma canción
porque el tiempo que vale
lo marca el latido de mi corazón
Quiero que me mires a los ojos
y que no preguntes nada más
quiero que esta noche sueltes toda esa alegría
que ya no puedes guardar
Deja que tus sueños sean olas que se van
libres como el viento en mitad del mar
creo que la vida es un tesoro sin igual
de los buenos tiempos siempre quiero más
Soy como el agua del río
y por el camino me dejo llevar
porque aprendí que la vida
por todo lo malo algo bueno te da
Quiero que me mires a los ojos
y que no preguntes nada mas
quiero que esta noche sueltes toda esa alegría
que ya no puedes guardar
Deja que tus sueños sean olas que se van
libres como el viento en mitad del mar
creo que la vida es un tesoro sin igual
de los buenos tiempos siempre quiero más.
Deja que tus sueños sean olas que se van...
creo que la vida es un tesoro sin igual
me dejo llevar...
(Cachorro López - Sebástian Schon - Diego Torres)
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
BANCA
Antes do convite de formatura, um convite para assistirem eu passar pelo último obstáculo que me separa do diploma:
Defenderei meu TCC - Trabalho de Conclusão de Curso - na próxima segunda-feira, dia 1°, às 20h30 no Campus II da UCPel.
A apresentação será aberta e terá na banca os professores Sadi Sapper (orientador), Jairo Sanguiné Júnior e Antônio Heberlê (avaliadores).
O título do trabalho é O PÚBLICO E A IMPRENSA EM BALSAS/MA - RELAÇÃO DE FUNÇÃO E FUNCIONALIDADE.
Grande abraço!
Bianca
A Máquina
A Mariana Ximenes cantando naquela cena mal feita dela andando de bicicleta ergométrica, enquanto o cenário se mexia não precisava. Mas a história é muito legal! A atuação do Paulo Autran no hospício é emocionante...

Várias reflexões "tempo-espaciais" e diálogos incríveis, que até me dá vontade de assistir de novo para anotar as "citações de efeito"...
Brincadeiras com as palavras... alguém mais aí sabe "desmultiplicar"?
"Triste é a cidade que não serve nem para a sua única função..." (que é ser um lugar para seus habitantes habitarem).
Algumas definições muito interessantes também! Trocadilhos legais, sobre por exemplo as historinhas e os anúncios na televisão... E a banda "The Sconhecidos". Boa... :)
A produção, o estilo do cenário, lembra uma mistura de Dogville com a série global Hoje é dia de Maria.
Também assisti com a Aline e com a Karina.
Muito legal!!!
